Categoria: Programa Francamente

  • Deafkids lança disco novo e transforma ruído, corpo e futuro em linguagem

    Em conversa no Francamente, Mariano fala sobre o novo álbum da banda, as cicatrizes deixadas pela tecnologia, a retomada das turnês e a construção de um som cada vez mais eletrônico e orgânico. O Deafkids nunca foi uma banda fácil de colocar em uma caixa. Punk, eletrônico, percussivo, industrial, psicodélico, afrolatino, experimental: qualquer definição parece…

    Deafkids lança disco novo e transforma ruído, corpo e futuro em linguagem
  • OBMJ: música jamaicana à brasileira, feita para dançar

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    Em conversa no Francamente, Sérgio Soffiatti e Felipe Pipeta falam sobre a trajetória da Orquestra Brasileira de Música Jamaicana, o Cine OBMJ e os caminhos de uma banda que mistura baile, cinema e ska. A Orquestra Brasileira de Música Jamaicana já carrega uma ideia inteira no próprio nome. É orquestra, mas não no sentido “solene”…

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  • Guilherme Ribeiro transforma memórias do interior em música instrumental

    Em conversa no Francamente, músico, arranjador e acordeonista fala sobre trajetória, acordeon, música popular e o lançamento do EP Bodoque Requer Traquejo. A música de Guilherme Ribeiro parece nascer de um ponto de encontro: entre o conservatório e a rua, entre o piano e o acordeon, entre a música popular brasileira e as memórias de…

    Guilherme Ribeiro transforma memórias do interior em música instrumental
  • Aury Porto e o teatro como memória viva

    Em conversa no Francamente, ator, diretor e dramaturgo fala sobre trajetória, Teatro Oficina, “Meu Nome, Mamãe” e o podcast Perdigoto. Há artistas que falam de teatro como profissão. Outros falam como quem fala de uma forma de existir. Aury Porto parece estar mais perto desse segundo grupo. Ator, diretor, dramaturgo e ativista cultural, ele esteve…

    Aury Porto e o teatro como memória viva
  • IARAH: a jovem voz do rock que aprendeu a cantar a própria história

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    Em conversa no Francamente, artista fala sobre infância no palco, amadurecimento vocal, oportunidades internacionais e a nova fase autoral em português. Antes de transformar suas próprias histórias em música, Iarah aprendeu a habitar o palco por muitos caminhos. Foi criança fã de Kiss, aluna de teatro musical, voz em formação na School of Rock, finalista…

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  • Ki’MBANDA: afro rock, ancestralidade e o direito de ocupar o palco

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    Em conversa no Francamente, banda fala sobre lançamento de álbum, resistência preta, espiritualidade, composição coletiva e a faixa “Respeita os Nego… Véio!” Há bandas que nascem de um projeto musical. Outras nascem de uma urgência. A Ki’MBANDA parece ocupar os dois lugares ao mesmo tempo: é som, é manifesto, é encontro, é tambor, é rock,…

    Ki’MBANDA: afro rock, ancestralidade e o direito de ocupar o palco